Pragmático QB

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domingo, 6 de novembro de 2016

FC Porto 1 vs Benfica 1 - 06.11.2016 - Liga Portuguesa

O carrasco Herrera finalizou o que o Nuno iniciou.

Jorge Costa na sua habitual crónica escrita no Jornal OJOGO, dizia hoje que em dias de clássico tudo era diferente, desde a forma como encaravam o estágio, à forma como os empregados do hotel onde a equipa estava reagiam á presença dos jogadores. O antigo capitão classifica como o jogo dos jogos, o maior clássico do futebol português, o jogo entre as duas maiores equipas do país.

Eu partilho da mesma opinião, acrescentando ainda que é daqueles jogos que nunca se pode perder, sendo o empate um resultado positivo unicamente em ocasiões muito especiais. As visitas do nosso rival à Invicta, devem começar a ser jogadas logo após o autocarro vermelho passar a fronteira de Coimbra, devendo continuar com a pressão no hotel, culminado com a batalha das 4 linhas. Não sei se ainda o fazem, mas era habitual a equipa vermelha pernoitar num hotel em Gaia relativamente perto do local onde vivo e lembro-me perfeitamente de um ano em que colocaram uma tarja em frente ao hotel que dizia "Ides Sofrer Como Cães", essa época foi a última em que fomos campeões, e o jogo foi ganho à pàla do Kelvin. Coincidências.

Esta semana muito se falou e escreveu sobre a célebre frase de Pedroto que dizia que "Enquanto fomos bons rapazes, fomos sempre comidos". Eu, mais uma vez partilho da opinião de grande parte da nação portista, que chegou a altura de dizer BASTA, chegou a altura de fazermos jus à fama que temos de "Feios, Porcos e Maus".

Sobre o jogo de hoje, há um facto inquestionável, a equipa terá feito um dos melhores jogos da temporada, embora o resultado nem pouco, mais, ou menos, tenho sido positivo e o que todos os portistas desejariam. Faz-me lembrar a velha máxima sportinguista, "Jogaram como nunca, perderam como sempre". Provamos um pouco do sabor amargo de sofrer um golo nos descontos, embora as comparações com o golo aos 92' do Kelvin não façam qualquer sentido, dado o que um e outro jogo significaram.

O Porto entrou muito forte no jogo, pressionou alto, recuperava rapidamente a bola, criava perigo, não deixava o Benfica rematar à baliza de Casillas e o empate ao intervalo não traduzia o que se tinha passado em campo durante os primeiros 45 minutos. Esmiuçando os números da 1º parte, facilmente se percebe que só uma equipa poderia estar em vantagem, o Porto goleava na posse de bola (61-39%), nos remates (9-5) e principalmente nos remates enquadrados à baliza (5-0). O Porto estava a perder uma excelente oportunidade de estar a ganhar com alguma facilidade ao rival. A 2ª parte começa praticamente da mesma forma, com a diferença do golo do Benfiquista Jota, que finalmente dava alguma justiça ao marcador e quando se pensava que a equipa partiria em definitivo para uma vitória categórica, Nuno primeiro com as substituições de marcha atrás e Herrera depois com uma intervenção no jogo suicida, provocaram um empate muito difícil de digerir.

O Porto perdeu uma excelente oportunidade de encostar no primeiro classificado, já o tinha feito com o empate em Setúbal e manteve a mesma fórmula com o empate de hoje. A juventude explica alguma coisa, a ineficácia explica alguma coisa, a aselhice explica alguma coisa e Nuno pode explicar o resto e o resto para mim é porque é que estando em vantagem, nos custa tanto matar os jogos. A mentalidade de equipa pequena que se agarra ao 1-0 parece não abandonar a equipa e Nuno tem culpa directa nisso.

Nota de destaque: Esta crónica é feita algo a quente, por isso é normal que me esqueça de alguma coisa, ou que não veja e entenda o jogo como realmente aconteceu.



Felipe - O MVP da partida. Acho que já restam poucas dúvidas, estamos perante um centralão. O brasileiro fez mais um grande jogo, limpou tudo pelo ar e pela terra. Continua a ter alguma dificuldade em sair a jogar, mas isso resolve-se facilmente, basta passar a bola ao Danilo. Já o disse e repito, não me admirava nada se daqui a relativamente pouco tempo, a braçadeira estiver no braço deste menino. No lance do golo estava a cobrir a zona como é habitual e não tem culpas directas no lance.
Marcano - Mais uma grande exibição. Ao ver esta dupla de centrais a jogar percebe-se facilmente o porquê de apenas termos sofridos 5 golos no campeonato. Não tão exuberante como o Felipe mas igualmente eficaz. No golo sofrido estava a marcar Mitroglou, por isso está também isento de culpas.
Danilo - Apesar do golo do empate ter acontecido na sua zona de acção, isso não apaga uma grande exibição. Comandou as tropas, foi o patrão do meio campo e ainda teve tempo recuperar 11 vezes a bola.
Alex Teles - Um dos melhores jogos do brasileiro. É um jogador que normalmente não deslumbra mas cumpre sempre, seja a defender ou a atacar. Depois da saída do outro Alex, o Sandro, parece que mais uma vez acertamos no lado esquerdo da defesa, ainda por cima porque só tem 23 anos.
Óliver - Que mimo que é ver este puto jogar, mesmo quando faz aquelas rotundazinhas, não deixando ninguém tirar-lhe a bola. É um dos indiscutíveis de Nuno, já o era com Lopetegui e os 20 milhões por um puto de 21 anos cheio de potencial, parecem-me um valor justo a pagar.
Nuno Espírito Santo (+/-) - Não costumo gostar de surpresas nos onzes iniciais, principalmente nestes jogos decisivos mas a verdade é que hoje o Mister me surpreendeu pela positiva, a titularidade mais que merecida de Corona em vez do desequilibrado Herrera pareceu-me uma decisão óbvia de alguém que tem os tomates no sitio. Nota 10 para Nuno. O pior veio depois do golo marcado, Nuno fez sempre substituições de marcha atrás, entregou o comando do jogo ao Benfica mas mesmo assim, nada fazia prever a paragem cerebral (mais uma) do Herrera. Nota 5 para Nuno. O treinador foi audacioso na hora de escolher o melhor onze para o jogo, mas foi temeroso depois de se ver em vantagem.
Casillas - Aposto que nem o espanhol contaria com uma noite tão tranquila mas a verdade é que Casillas teve seguramente um dos jogos mais fáceis da carreira. Fez pouco e o pouco que fez, fez bem. Uma grande defesa a remate de Samaris e um punhado de pequenas mas boas intervenções resumem o jogo do nosso redes esta noite.
Diogo Jota - Benfiquista ou não, pouco interessa nestas ocasiões, marcou o único golo da equipa, festejou como se fosse azul desde pequenino e foi sempre uma constante ameaça à baliza de Ederson. Ou é o André ou o Jota a resolver, por isso estamos muito bem servidos com esta canalha na frente.


Herrera - O mexicano não andava a fazer jogos muitos famosos e foi relegado para o banco com alguma naturalidade. Herrera é o patinho feio da equipa e já não é de agora, desconfio que sempre o foi desde que chegou ao Porto mas a verdade é Paulo Fonseca, Lopetegui, Peseiro e agora o Nuno, simpatizam com ele e vêm nele um jogador crucial na equipa, ao ponto de o elegerem capitão. Sou fã do Héctor desde a sua chegada mas entendo que depois do que se tem vindo a passar nas últimas semanas e principalmente depois da cagada de hoje, a vida do mexicano na Invicta não se preveja nada pacifica. Hoje esteve 7 minutos em campo e foi decisivo, provocou um canto que nem a diabo lembra e dá espaço e permite ao Horta fazer o cruzamento para o golo. Pior seria difícil. Por outro lado e pondo-me um pouco do lado do jogador, acredito que não vai ser uma noite nada fácil para o mexicano.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Tondela 0 vs FC Porto 0 - 18.09.2016 - Liga Portuguesa

Procura-se goleador, com ou sem experiência.

Um pequeno preâmbulo antes da análise ao jogo de Tondela, para falar do árbitro Hugo Miguel em particular e da arbitragem nos jogos do Porto esta época no geral, em caso de dúvida estamos e pelo que se tem visto continuaremos a estar, sempre a ser prejudicados. Ou são penáltis, ou são foras-de-jogo, ou são faltinhas de merda marcadas contra nós, ou são golos mal anulados, de tudo um pouco tem acontecido sempre a desfavor do Porto. Hoje o Deproite fez-me lembrar de certa forma o Hulk (salvas as devidas distâncias técnicas, físicas, whatever), porque ao mínimo contacto com os adversários, via-lhe ser marcada falta. Hugo Miguel teve uma arbitragem manhosa, condescendente com a dureza do Tondela, que teve o seu ponto alto, ou baixo neste caso, quando interrompeu o jogo para marcar uma falta a favor do Porto quando Adrian Lopez estava isolado e em excelente posição para marcar, supostamente porque estaria em fora-de-jogo.

Ao ver este Tondela jogar é impossível não me lembrar do Boavista dos anos 90, 2/3 flechas na frente, uma equipa muito aguerrida, muito anti-jogo e distribuição de muita porrada, um pouco à imagem do seu treinador Armando Teixeira, conhecido no mundo do futebol como Petit. O Porto tem de certa forma um problema com o Tondela, não sei se será da cor dos equipamentos, ou de outro qualquer motivo mas a verdade é que em 3 jogos com os Beirões, o Porto ganhou unicamente um, numa vitória no Estádio João Cardoso por 0-1 com um coelho da cartola sacado pelo Brahimi aos 28 minutos. De lá para cá, uma derrota e o empate de hoje, o que faz do Tondela um dos adversários mais temidos pelo Porto a nível nacional.

Hoje o jogo começou às 18 horas mas o Porto só apareceu para jogar passados 15 minutos e só percebeu que tinha de marcar por volta dos 75 minutos de jogo, altura em que dispusemos de 2 boas ocasiões de golo por André Silva e outra por Adrian. Foi um jogo complicado, o normal após jornadas europeias (o Sporting que o diga), Nuno fez algumas alterações, claramente para dar sangue novo e frescura à equipa, mas o Porto tinha obrigação de fazer claramente mais. O Mister voltou a usar a fórmula do jogo com o Guimarães, com Deproite e André Silva na frente e Brahimi e Otávio nas alas. Sinceramente é um esquema que me agrada quando se usam extremos mais clássicos, daqueles que tem a tendência para ir à linha e não com as sistemáticas vindas para dentro como faz o Porto. Se Nuno gosta deste esquema, se calhar não é pior ideia apostar em Adrian ao lado de um dos pontas de lança, como se viu com a sua entrada, parece combinar melhor com André Silva, do que o Português com o Belga. Óliver revelou ser uma excelente aposta porque a sua entrada em campo coincidiu com o melhor período do Porto. Hoje sim, Nuno pode falar em falta de eficácia, mas não está isento de culpas deste problema, porque segundo se consta, Aboubakar foi afastado da equipa por vontade do treinador e nem o André, nem Deproite são melhores que o camaronês, e Suk não é inferior a Deproite, com a vantagem que tinha calo de futebol português.Tal como no jogo com o Copenhaga, o Porto não fez um bom jogo, embora desta vez tenha feito mais do que o suficiente para ganhar.

Em 5 jogos, 10 pontos e já 5 pontos perdidos, o que traduz inequivocamente a dificuldade que será a época 2016/17. Os últimos dias do mercado serviram para construir um plantel mais equilibrado mas infelizmente não serviu para desenterrar um matador. McCarthy, Lisandro, Falcao e Jackson, deixaram um legado no clube que deveria ter sido mais respeitado, e por muito que goste de ver um avançado da casa na equipa, não me parece que seja com um miúdo de 20 anos e com um jogador Belga, que duvido que alguém tenha ouvido falar dele antes de vir para o Porto, que poderemos atacar uma época e 3 competições com ambições de ganhar pelo menos 2. A azia de hoje não foi maior porque o Rio Ave do Capucho fez o favor de nos dar duas mãozinhas.


Alex Teles - O MVP da partida. O melhor jogo do defesa brasileiro desde que chegou ao Porto. Uma saúde física impressionante permitiu-lhe fazer inúmeras psicinas não só no seu corredor, como na direita a compensar os seus colegas. Atacou muito e quase sempre bem e demonstrou que também sabe defender.
Óliver - Entrou na 2ª parte e lentamente começou a impôr o seu jogo, benefeciando claramente a equipa com isso. Foi através de alguns dos seus brilhantes passes que o Porto conseguiu as poucas oportunidades de golo.
Casillas -  O espanhol teve pouco trabalho mas isso não impediu de ter uma defesa decisiva aos 72 minutos.


André Silva -  Custa-me estar sempre a bater no menino, ainda por cima porque parte da culpa não é dele mas sim de quem achou que o nosso ponta de lança titular deveria ser um miúdo de 20 anos que está a ser completamente queimado. O André teve 2 excelentes oportunidade de golo e falhou as 2, quando ainda por cima fica a ideia que teria colegas em boa posição para receber o passe mas o que me chateia mais é aquela insistência em armar-se em Ronaldo e ir para cima dos adversários quando está mais que visto que o drible e 1vs1, não são de todo o seu forte. Não marca à 5 jogos, facto que para um ponta-de-lança, não sendo decisivo, começa a ser preocupante.
Ineficácia e falta de poder de fogo -  O primeiro remate à baliza do famoso Cláudio Ramos surge aos 82 minutos, ora bem, já seria um dado estatístico mau para qualquer equipa da primeira liga, o que dizer de um candidato ao titulo. Poucas oportunidades de golo e as que tivemos foram francamente mal finalizadas pelos nossos homens da frente.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

FC Porto 1 vs Roma 1 - 17.08.2016 - Liga dos Campeões

Entrar a medo, sair de fininho.

Fiquei com várias ideias deste jogo e sinceramente espero não me esquecer de nenhuma, porque ao contrário de jogos anteriores em que tirei notas, hoje dediquei-me quase por completo ao visionamento televisivo da partida. Começando pelo onze inicial com a surpresa Adrián "11 milhões" Lopez, o que realmente me preocupou foi olhar para o banco e ver meia dúzia de cadeiras cheias de praticamente nada. Tremi de susto. Outra situação preocupante foi consultar a equipa que a 15 de Abril de 2015, ou seja, a menos de ano e meio, espetou 3-1 ao colosso Bayern de Munique e perceber que somente um jogador foi titular nos 2 jogos, Herrera. Um único jogador em onze. Preocupante.

Casillas. Vou-me já adiantar ao que de negativo se passou e voltar a falar do redes espanhol, e digo unicamente "redes", porque usar a expressão "guarda-redes" com o Iker é de muito mau gosto e não acho que me fique bem. Zlatan, a propósito da compra de Pogba por valores que, segundo muitos opinion makers, seriam pornográficos, afirmou categoricamente que só a venda das suas (do Zlatan, claro) camisolas, pagaria o valor total do Pogba. A verdade é que só na primeira semana, e segundo se consta, as camisolas do sueco renderam 90 milhões de euros. A minha pergunta é.. quantas mais camisolas de Casillas serão precisas vender para se fazer uma vaquinha (ou vacona) para se comprar um verdadeiro guarda-redes? Já o afirmei por inúmeras vezes, nunca fui fã do Casillas no Real Madrid, não fiquei com o "pito aos saltos" quando o compramos e infelizmente o moço nada fez para que eu mudasse de opinião. Aquela atitude de pânico em cada lance que mete bola é constrangedor para mim e acredito que para ele também.

Sobre Nuno, o Espírito Santo, acredito que a ideia fosse genial, mas aquele 4-4-2 com que o Porto entrou em campo, foi completamente atropelado pela equipa romana. Deu a ideia que Nuno quis surpreender Spalletti, mas o italiano com um jogo de cintura melhor e mais apurado, acabou por ser ele próprio a surpreender Nuno. Nuno Herlander tem 143 jogos disputados como treinador principal, Luciano Spalletti tem 547, pode explicar alguma coisa, ou então não explica absolutamente nada, são só dados estatísticos. O Nuno fez-me lembrar o Jesualdo no tempo em que foi o nosso treinador, porque nos jogos grandes teimava sempre em "inventar" qualquer merdinha que na sua generalidade resultava sempre em merdona.

Foi uma primeira meia hora sofrível, não há outra forma de o dizer. Sempre apoiei Lopetegui, nunca o escondi, e hoje tive saudades dele, muito por culpa da forma como punha o Porto a sair a jogar a partir do guarda-redes. Havia uma exagerada, ou não, troca de bola, mas percebia-se que a equipa sabia o que fazer. Hoje foi ver Felipe e Marcano meter a bola sem grande critério na frente de cada vez que a mesma aparecia naquela zona. Medonho. Sair a jogar com troca de bolas rápidas? Impossível, a Roma não deixava. Um inicio de jogo sufocante, que só quando o relógio bateu nas 20.15h, mudou de figura. Nessa altura a equipa acordou e começou a mostrar as garras com a sociedade Otávio-André a fazer novamente estragos e a meter o Vermaelen na rua. Estava dado o mote para o que seria a segunda parte, com superioridade numérica, houve muita luta, muita vontade, muita raça, mas pouco ou nenhum esclarecimento. O empate surgiu relativamente cedo e Nuno quis meter um desinquietador no jogo para partir a Roma ao meio mas a verdade é que a entrada de Corona, só conseguiu matar o Porto.

"Em Roma, sê romano", o Porto terá de fazer um jogo muito inteligente em Itália. A Roma tem a vantagem do golo marcado fora, o que obriga o Porto a marcar pelo menos uma vez. A última vez que fomos a Itália, empatamos a 2 golos com o Nápoles e passamos a eliminatória depois da vitória por um golo no Dragão.


Otávio - O MVP da partida. Otávio fez uma época 2015-2016 excepcional em Guimarães por empréstimo do Porto, a dúvida seria como se iria impôr no Porto esta época. Dúvidas desfeitas, o brasileiro é um tratado e acredito que Nuno o vai pôr a jogar no meio mais cedo ou mais tarde. Fazia tão bem ao Quintero ir ao Youtube e procurar "Otávio - Goals and Skills". O pequeno Deco joga, faz jogar, corre, passa. Enorme.
André Silva - 2 jogos oficiais, 2 golos. O André tem aquele espírito guerreiro de lutar por cada bola, cada lance, cada naco de relva mas temo que esta faceta de Lisandro Lopez, lhe tire algum discernimento na hora de finalizar. Fez um jogo muito esforçado, mereceu o golo e ao contrário de Vila do Conde, cobrou de forma exemplar o penálti. 
Dupla de centrais (+/-) - O entendimento existe, está algo escondido mas existe. Nota-se que há ali trabalho, muito ao género do que foi a primeira época de Lopetegui com Maicon e Marcano. Marcano parece estar ao nível do que foi a sua primeira época, o que é bom e Felipe quando corrigir o seu tempo de entrada aos lances, será um central melhor. Por outro lado é o 2º auto-golo do central brasileiro, não sendo (ainda" um facto preocupante, parece-me algo que mereça alguma atenção.
Alex Teles - Um defesa muito ao estilo de Alex Sandro, tecnicamente evoluído, sem problemas em procurar o 1 vs 1, capaz de ir à linha cruzar e não compromete ao defender. Uma solução compelatemte diferente de Láyun, por isso uma boa solução e um bom jogo.
Adrián Lopez - Não sei se anda a ter consultas com a famosa Susana Torres, mas seja lá o que for, tem resultado. Está mais solto, mais interventivo e afinal ainda há esperança de ter um cheirinho do que foi o Adrián do Atlético.


Casillas - Ler em cima. 
Entrada em falso - Primeira meia hora a levar pancada, muito por culpa de um esquema táctico que deu a ideia de não ter sido treinado. A Roma bateu, amassou mas felizmente só conseguiu marcar um golo neste período de maior fulgor italiano.
Bolas paradas defensivas - 2 jogos, 2 golos sofridos. Acorda Porto.