Melhor jogador da 1ª metade da época.
A primeira volta da Liga Portuguesa chegou ao fim depois da goleada imposta pelo maior do mundo ao Boavista e como tal podemos considerar que a época desportiva 2015/2016 vai sensivelmente a meio. Nesse mesmo período o Porto fez 28 jogos a contar para 4 competições diferentes, e totaliza 19 Vitórias, 5 Empates e 4 Derrotas, marcou 52 golos e sofreu 21. Dos 52 golos marcados destacam-se 5 jogadores:
Aboubakar - Tem alternado o bom com largos períodos sem marcar mais ainda assim é o melhor marcador da equipa com 13 golos apontados nas 4 competições. Tem sido fundamental, embora revele crises sistemáticas de confiança.
Corona - O mexicano entrou a pés juntos na equipa e ganhou o seu lugar, passando por uma quebra que durou meia dúzia de jogos, para voltar novamente em grande. Tem 7 golos esta época, todos na Liga Portuguesa.
Brahimi - O argelino tal como Aboubakar, tem revelado muitos altos e baixos, faz grandes jogos mas passa completamente ao lado de outros. É inegável que é o nosso maior desequilibrador, embora tenha sempre dificuldade em definir os lances da melhor forma. Totaliza 6 golos e 4 assistências.
Herrera - O patinho feio, é na realidade um pato que corre que se farta. Tem vindo a subir claramente de forma e neste momento é o capitão e aquele que mais dá o litro em campo. Tem marcado nos últimos jogos e totaliza 5 golos, todos na Liga Portuguesa.
Layún - Tal como Corona, entrou de rompante na equipa, com a diferença de que nunca mais saiu. Tem sido uma das maiores revelações da equipa, acrescentando números positivos à equipa, prova disso são os 3 golos e 9 assistências.
O Pragmático QB faz a análise de todos os jogos e elege sempre um MVP do Porto, quer tenha acontecido uma vitória, derrota ou empate e por isso mesmo decidiu fazer um apanhado dos 28 jogos e consequentemente dos 28 MVP's, e fazer eleição do Melhor Jogador da 1ª metade da época. Concluímos por isso, que o MVP da 1ª metade da época é o Brahimi com 6 nomeações em 28 jogos.
Aqui fica a lista com todas as nomeações:
1º Brahimi - 6
2º Aboubakar - 4
3º Corona - 3
4º Layún - 3
5º André - 2
6º Maicon - 2
7º Tello - 2
8º Danilo - 1
9º Bueno - 1
10º Angél - 1
11º Maxi - 1
12º Herrera - 1
13º Hélton - 1
Notas Finais - Em jeito de conclusão destaco o facto do guarda-redes titular Casillas ainda não ter nenhuma nomeação e de praticamente todo o onze base ter sido eleito.
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domingo, 17 de janeiro de 2016
sábado, 10 de maio de 2014
FC Porto 2 vs SL Benfica 1 - 10.05.2014 - Liga Portuguesa
Jogo e vitória sem história.
Hoje jogou-se o maior clássico do futebol português de uma forma que há muito tempo não se via, ou seja, uma batalha que não contava rigorosamente para nada além do orgulho. Nesse aspecto, a equipa do Porto tinha mais a ganhar do que a perder e encarou o jogo com seriedade, mais até do que a que o momento exigia. Foi um jogo fraco, sem história, quase sem motivos de destaque, com uma equipa melhor na primeira parte e a outra melhor na segunda. O Benfica como era expectável fez alinhar parte das segundas e terceiras opções. Felizmente o resultado do jogo nada alterava no campeonato porque a arbitragem não quis ficar de fora desta história e por isso esteve ao nível do jogo, fraca, fraquinha, má.
Toda a futura equipa técnica esteve na bancada, e acredito que tenham sentido que têm muito trabalho pela frente. Por outro lado e dado que o Julen vem da formação espanhola, poderá ter ficado satisfeito com algumas das jovens exibições portistas como são o caso do Ricardo, Mikel e Quintero. Este ano o período de férias será mais curto que o normal, muito por culpa do Mundial do Brasil e da pré-eliminatória da Champions, por isso espero que a equipa técnica tenha começado a trabalhar mal soou o apito final do árbitro.
Sobre o jogo pouco a dizer, o Porto entrou melhor no jogo, a fazer pressão em todo o campo, a criar situações de golo desde o inicio e surgiu com naturalidade ao golo. O Benfica empatou na primeira vez que surgiu com relativo perigo à baliza do Fabiano e pouco mais se passou de interessante até ao intervalo. A 2ª parte foi mais equilibrada, o Benfica esteve na maior parte do tempo por cima do jogo, criou uma excelente oportunidade de golo pelo Djuricic. Nota de destaque é o facto de tanto a bola na barra do sérvio, como o lance que dá origem ao penalti a favor do Benfica, terem surgido de duas infantilidades dos centrais, infantilidade essa que foi a imagem da defesa do Porto nesta época.
Nota positiva para o Mikel, Ricardo e Jackson que consolidou a posição de melhor marcador e salvo surpresas, será mais uma vez coroado com o caneco. Nota negativa para a dupla de centrais que está directamente relacionada com os 2 lances de maior perigo do Benfica, para o Defour que passou ao lado do jogo e para o Alex Sandro que já foi de férias a algumas semanas. Destaque positivo também para o treinador Luis Castro que semana após semana, e apesar das coisas nem sempre lhe terem sido favoráveis nestes 16 jogos ao comando da equipa, provou ser um gentleman, sempre correcto nas suas acções, e o menos culpado neste marasmo que foi a época 2013/14.
O balanço da época é claramente e obviamente negativo. É quase impossível encontrar algo de positivo este ano, a não ser o facto de não termos ganho praticamente nada e vermos o nosso rival directo ganhar praticamente tudo, facto esse que fará com que cada um de nós, portistas, passemos a dar bem mais valor às vitórias em jogos e campeonatos. Contra mim falo, que inocentemente encarei a vitória do campeonato ano após ano como um dado adquirido, não lhe dando a atenção que merecia, não festejando como se fosse a ultima vez. Penitencio-me também por não ter dado o devido valor ao treinador Vitor Pereira, criticando-o semana após semana, mesmo depois de nos ter dado 2 campeonatos, o ultimo dos quais da forma mais épica possível. Vitor Pereira, que ontem deu uma grande entrevista ao Programa da TVI24, MaisFutebol, e que me fez gostar do homem ainda mais.
Deixo aqui todo o programa e respectiva entrevista:
Para finalizar, vou colocar aqui uma imagem muito boa, que vai de encontro aos que muitos treinadores proferem quando dizem que determinado jogador é a sua extensão em campo:
Hoje jogou-se o maior clássico do futebol português de uma forma que há muito tempo não se via, ou seja, uma batalha que não contava rigorosamente para nada além do orgulho. Nesse aspecto, a equipa do Porto tinha mais a ganhar do que a perder e encarou o jogo com seriedade, mais até do que a que o momento exigia. Foi um jogo fraco, sem história, quase sem motivos de destaque, com uma equipa melhor na primeira parte e a outra melhor na segunda. O Benfica como era expectável fez alinhar parte das segundas e terceiras opções. Felizmente o resultado do jogo nada alterava no campeonato porque a arbitragem não quis ficar de fora desta história e por isso esteve ao nível do jogo, fraca, fraquinha, má.
Toda a futura equipa técnica esteve na bancada, e acredito que tenham sentido que têm muito trabalho pela frente. Por outro lado e dado que o Julen vem da formação espanhola, poderá ter ficado satisfeito com algumas das jovens exibições portistas como são o caso do Ricardo, Mikel e Quintero. Este ano o período de férias será mais curto que o normal, muito por culpa do Mundial do Brasil e da pré-eliminatória da Champions, por isso espero que a equipa técnica tenha começado a trabalhar mal soou o apito final do árbitro.
Sobre o jogo pouco a dizer, o Porto entrou melhor no jogo, a fazer pressão em todo o campo, a criar situações de golo desde o inicio e surgiu com naturalidade ao golo. O Benfica empatou na primeira vez que surgiu com relativo perigo à baliza do Fabiano e pouco mais se passou de interessante até ao intervalo. A 2ª parte foi mais equilibrada, o Benfica esteve na maior parte do tempo por cima do jogo, criou uma excelente oportunidade de golo pelo Djuricic. Nota de destaque é o facto de tanto a bola na barra do sérvio, como o lance que dá origem ao penalti a favor do Benfica, terem surgido de duas infantilidades dos centrais, infantilidade essa que foi a imagem da defesa do Porto nesta época.
Nota positiva para o Mikel, Ricardo e Jackson que consolidou a posição de melhor marcador e salvo surpresas, será mais uma vez coroado com o caneco. Nota negativa para a dupla de centrais que está directamente relacionada com os 2 lances de maior perigo do Benfica, para o Defour que passou ao lado do jogo e para o Alex Sandro que já foi de férias a algumas semanas. Destaque positivo também para o treinador Luis Castro que semana após semana, e apesar das coisas nem sempre lhe terem sido favoráveis nestes 16 jogos ao comando da equipa, provou ser um gentleman, sempre correcto nas suas acções, e o menos culpado neste marasmo que foi a época 2013/14.
O balanço da época é claramente e obviamente negativo. É quase impossível encontrar algo de positivo este ano, a não ser o facto de não termos ganho praticamente nada e vermos o nosso rival directo ganhar praticamente tudo, facto esse que fará com que cada um de nós, portistas, passemos a dar bem mais valor às vitórias em jogos e campeonatos. Contra mim falo, que inocentemente encarei a vitória do campeonato ano após ano como um dado adquirido, não lhe dando a atenção que merecia, não festejando como se fosse a ultima vez. Penitencio-me também por não ter dado o devido valor ao treinador Vitor Pereira, criticando-o semana após semana, mesmo depois de nos ter dado 2 campeonatos, o ultimo dos quais da forma mais épica possível. Vitor Pereira, que ontem deu uma grande entrevista ao Programa da TVI24, MaisFutebol, e que me fez gostar do homem ainda mais.
Deixo aqui todo o programa e respectiva entrevista:
Para finalizar, vou colocar aqui uma imagem muito boa, que vai de encontro aos que muitos treinadores proferem quando dizem que determinado jogador é a sua extensão em campo:
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