Pragmático QB

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Subjectividade vs Factualidade











O assunto que trago hoje é algo que já foi esmiuçado até ao osso um pouco por toda a Bluegosfera, não tendo eu fugido a essa mesma análise como são exemplos disso os textos escritos em Fevereiro e Março deste ano. A Nação Portista está claramente dividida, os mais cáusticos e derrotistas tem descarregado armas, atirado pedras, calhaus, facas, televisões e rádios antigos que já não funcionam, em cima do nosso Mister a propósito de uma época, que segundo eles, foi desastrosa ao nível dos títulos. Frases do género, "o boi do basco não percebe um corno disto" foram ditas quase desde Agosto do ano passado, até ao dia de hoje. Pelo contrário, os restantes Adeptos Azuis e Brancos, os realistas e esperançados numa próxima época ganhadora, têm defendido o Mister com unhas, dentes e muitos textos, como se de um irmão/irmã mais nova se tratasse. Eu incluo-me nos esperançados.

Lopetegui pode assumir ou não, isso é problema dele, mas é óbvio que teve a sua parte de culpa em alguns jogos que não foram e deveriam ter sido ganhos pelo Porto, nomeadamente o jogo da Taça de Portugal contra o Sporting que ditou o nosso afastamento da prova. Neste jogo o Mister fez-me lembrar aqueles jogadores que antes de receber a bola, já estão a pensar no que vão fazer a seguir e quando a bola chega, deixam-na escapar pela linha lateral. Lopetegui não menosprezou o jogo da Taça, como os cáusticos afirmam, Lopetegui pensou no Bilbao antes de pensar no Sporting. Assumiu o risco com algumas mudanças na equipa, foi eliminado em casa contra um rival directo e 3 dias depois ganhou aos Bascos no Dragão e somou 7 pontos em 9 possíveis. Valeu a pena? Talvez não, mas o que resultou daí foi um afastamento da 2ª maior prova nacional e uma Champions muito bem encaminhada.

A história da Taça da Liga é diferente. O Mister desde o inicio optou sempre por onzes que juntavam parte da equipa titular, a segundas escolhas e Equipa B. O risco foi assumido desde o inicio mas aquele célebre jogo em Braga mudou a forma como todos os Portistas passaram a encarar esta competição. Era para ganhar. O Porto chegou às meias-finais sem espinhas mas foi derrotado por um Marítimo que pouco ou nada fez para sair dos Barreiros com a vitória. A equipa facilitou e deu-se mal com isso.

Isto tudo para chegar ao campeonato, porque é esse o objectivo deste pragmático texto. Mais uma vez os cáusticos afirmam que Lopetegui e a equipa não entenderam a rivalidade e importância dos jogos contra o Benfas. Brincamos? Os capitães Hélton, Maicon, Jackson, Danilo, Quaresma e Alex Sandro com pelo menos 3 "anos de casa" não entendem o que é jogar contra o nosso maior rival? Lopetegui viveu numa gruta até chegar a Portugal e desconhece o valor de uma vitória contra o Benfas? Não me parece. Acredito que o Porto não ganhou nenhum jogo devido à experiência, ou falta dela, neste caso. O Benfas é uma equipa rodada, manhosa, experiente e fez uso disso contra o Porto.

A falta de experiência foi sobressaindo ao longo da época em vários jogos e a partida da Choupana é um bom exemplo disso. O Porto tinha de ganhar aquele jogo fosse de que maneira fosse. Estoril fora e Boavista em casa, foram 2 jogos em que podíamos e deveríamos ter ganho mas empatamos ambos. Pusemo-nos a jeito em alguns jogos mas é inegável que também nos puseram a jeito. Erros foram cometidos por treinadores e jogadores mas não há como fugir à imagem de cima. O #colinho aconteceu, é uma realidade e não uma campanha de marketing. O Benfas numa fase menos boa da época, numa altura em que o rolo compressor, era um rolo de papel higiénico, teve aquele pequeno grande empurrão que lhes permitiu embalar e navegar em cima de uma distância para o Porto. Não querendo esmiuçar erros de arbitragem jogo a jogo, dou apenas 2 exemplos óbvios que fariam com que a tabela classificativa fosse "ligeiramente" diferente nesta altura - o Benfas ganha ao Gil Vicente em casa por 1-0 com um golo precedido de fora-de-jogo vs o Porto empata em Guimarães 1-1, depois de lhe ter sido anulado um golo limpo a Brahimi por suposto fora-de-jogo. Nestes 2 casos, e ao contrário de lances de penálti, mão na bola ou bola na mão e restantes faltas, não há subjectividade. São 2 factos que nos colocariam a nós com mais 2 pontos e ao Benfas com menos 2, alternando assim a classificação.

Rui Santos, não é adepto do Futebol Clube do Porto, assim como nunca demonstrou especial carinho e afecto pelo nosso clube. Desde o inicio da época elaborou a chamada "Liga Real" que reflecte as diferenças pontuais entre a Classificação actual e uma Classificação que engloba todos os erros de arbitragem que influenciaram resultados. Eu referi 2 jogos e 4 pontos mas o isento Rui Santos fala numa diferença que no caso do Benfas deveria ser de menos 6 pontos e no nosso caso de mais 4, ou seja 10 pontos de diferença entre o deve e o haver. Para concluir e como recado para todos os portistas causticos e derrotistas, entendam e percebam que foram cometidos inegáveis erros por jogadores e treinador ao longo da época, mas é também inegável que este campeonato foi manchado por erros de arbitragem que fazem com que a classificação tenha sido completamente desvirtuada. Nem o Benfica foi o rolo compressor que todos querem fazer crer, nem o Porto foi o manta de erros e retalhos que resultou em zero títulos nesta época.

terça-feira, 3 de março de 2015

Do imparcial Rui Santos, para o imparcial AS.










"El viento sopla a favor del Benfica en Portugal. También el arbitral. Las constantes decisiones beneficiosas para los benfiquistas tienen a los de Jorge Jesus con siete puntos de ventaja sobre el Oporto y un partido más (ayer goleó al Estoril por 6-0), que asiste impotente al habitual ejercicio de errores arbitrales en Portugal. Lo malo es que siempre tienen una misma dirección, sobre todo este curso.
Hay datos para refutarlo. Hasta en trece partidos de los 27 disputados ha jugado el Benfica en superioridad numérica; ocho de ellos, además, durante un tiempo superior a la media hora. Demasiada ventaja con respecto al Oporto. Los de Lopetegui sólo se han visto cuatro veces en esa situación de ventaja, mientras que en otras dos estuvieron en inferioridad.
Ante Moreirense hace una semana volvió a ocurrir. El Benfica remontó un 1-0 con otra rigurosa expulsión de uno de sus rivales. Según el acta, la roja fue por protestar: “¡Pero qué estás diciendo!”. El resultado final (1-3) dejó en nada cualquier atisbo de recortar puntos por parte del Oporto.
La polémica televisiva también refuerza esta teoría. En un conocido programa futbolístico que se edita en Lisboa se analizaron favores y perjuicios del líder benfiquista y del segundo portuense. El veredicto no pudo ser más esclarecedor: al Benfica le han dado cuatro puntos y al Oporto le han quitado otros cuatro. Es decir, el Oporto debería tener un punto más que el conjunto de Lisboa.
Quizá por eso, la prensa de Lisboa tampoco se hace mucho eco del asunto. Los diarios deportivos con más tirada del país (Record y A Bola) son de la capital y no quieren definirse. Tampoco se ve demasiado bien que Lopetegui y su elenco de españoles, hasta siete jugadores en la primera plantilla, más cuerpo técnico y demás, discuta la hegemonía de un Benfica entrenado por un portugués y con más lusos en la plantilla.
Además, hay que recordar que el presidente del Oporto, Pinto da Costa, ya tuvo problemas en el pasado con los dirigentes federativos por rencillas producidas muchas veces como consecuencia de arbitrajes..."

A noticia é do dia 1 de Março, mas só hoje tive acesso a ela. O conhecido Jornal AS noticia um facto que todos os portistas e alguns não-portistas intelectualmente honestos constataram há alguns meses atrás, que este campeonato está a ser completamente desvirtuado pelas equipas de arbitragem em beneficio de uma e só uma equipa, o Benfas. Depois do imparcial comentador desportivo Rui Santos, conhecido pelos constante ataques ao Futebol Clube do Porto, ter proferido no seu habitual espaço televisivo a seguinte frase "Não gosto de ver campeões forjados desta maneira!", chegou a vez do não menos imparcial Jornal AS chegar à mesma conclusão.

Os vermelhos dirão que será um artigo encomendado pelo Porto, aproveitando-se do facto de ter 7 jogadores espanhóis no plantel mais parte da equipa técnica, mas a verdade é que já começa a ser muita gente a falar no mesmo e como se costuma dizer na minha terra, quando parece merda, cheira a merda e sabe a merda, então é porque é mesmo merda.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Colinho agora, o 34ª em Maio.


Depois das tão usadas e badaladas expressões "Limpinho, limpinho" e "Sujinho, sujinho", surge uma nova expressão que tem sido pertinentemente usada por toda a comunidade de adeptos além-Benfas, com grande incidência na Bluegosfera, que é "Colinho, colinho". A verdade é que temos assistido, visto, lido, ouvido, um pouco por toda a parte, que semana após semana, jogo após jogo, os rivais vermelhos da 2ª circular tem usufruído\beneficiado\aproveitado\gozado de arbitragens altamente infelizes e tendenciosas em 90% dos jogos, para não dizer 100%. Alguns dos vermelhos que conheço assumem este beneficio e justificam este momento como sendo algo que lhes pertence, algo que chegou a vez deles de usufruir, depois de "anos e anos" em que viveram ostracizados a ver o Futebol Clube do Porto ganhar jogos, taças e campeonatos sempre graças ao Men In Black.

Tenho esperança e convicção que o Porto será campeão esta época, primeiro porque é melhor, depois porque joga melhor e por último porque quero crer que o "colinho" não durará até ao fim. O Benfas tem competência, não tanta como nós, mas tem, e como já se viu em Paços, um jogo menos competente, aliado a um colo pouco acolhedor, resulta em derrota, e em Alvalade não houve "colinho" mas sim "chouricinho". 

Há um facto, se as vergonhosas arbitragens continuarem a beneficiar o Benfas, este será campeão em Maio e daqui a uns anos, pouca gente se lembrará como foi conseguido. Nos livros, nas tabelas e nos registos, aparecerá 2015 = SL Benfica, e não 2015 = SL Colinho. Cabe ao Futebol Clube do Porto fazer o seu trabalho, ganhar jogos com mais ou menos "nota artística" e pressionar o rival o máximo que pudermos, na esperança que nos próximos jogos do Benfas, haja mais competência dos adversários e menos "colinho" das arbitragens. Em Maio fazer contas, contra tudo, contra todos e contra tolos.