Foi preciso tirar 72 pedras do caminho.
As duas equipas chegavam à batalha da Pedreira com um cartão de visita brilhante - 5 vitória nos ultimos 5 jogos, com um score de 10-1 no caso do Braga e 13-0 no caso do Porto - e se juntarmos a isso a necessidade extrema de ambas as equipas ganharem, embora com objectivos diferentes, estavam reunidas as condições para assistirmos a um grande jogo de futebol. Mas, puro engano, só uma equipa jogou, só uma equipa quis ganhar, só uma equipa fez um grande jogo. 33-67% na posse de bola e 2-16 nos remates são números que revelam a superioridade portista. O Porto continua na luta à custa de uma raça, força e espírito de sacrifício inolvidáveis.
No jogo contra o Sporting, o Porto tinha jogado uns 20-25 minutos nervosos, com algumas perdas de bola, deixando o Sporting manter o jogo equilibrado e longe da sua baliza. Em Braga esse período repetiu-se, embora tenha durado apenas 10 minutos, altura em que o Braga foi superior e mesmo não nos tendo criado problemas perto da nossa área, foi sempre um adversário chatinho. Após esta fase menos boa, o Porto tomou completamente conta das operações e partiu para uma exibição fortíssima no nível defensivo e com momentos de muito bom futebol no que ao ataque diz respeito. É impressionante como o Porto consegue ser "mandão" e autoritário em jogos de elevada dificuldade como o de ontem e o do passada domingo contra o Sporting. Embora o nosso caríssimo Sérgio Conceição tenha afirmado no final do jogo que o resultado mais justo seria o empate, nunca o poderemos levar a sério depois do que se viu na Pedreira durante os 90 minutos. Vitória suada e lutada que embora tenha acontecido pela margem mínima, revelou sempre um Porto muito superior ao Braga em todos os aspectos do jogo.
Estamos na luta, a um ponto do Benfas, e à espera daquele tropeção que nos permita dependermos unicamente de nós para a conquista do caneco em Maio. O nosso rival nestas últimas semanas tem vindo a público com algumas manobras de diversão que tentam insinuar que o principal beneficiado das arbitragens esta época é o Futebol Clube do Porto, movimentações ridículas que só revelam um sentimento de pânico e desespero em relação à proximidade da nossa equipa.
Atitude da equipa - Depois da derrota na Madeira, o fim estava próximo, mas o tropeção do Benfas na Capital do Móvel foi o balão de oxigénio que nos permitiu encarar o restante campeonato sempre com uma atitude ganhadora. Após o tropeção nos Barreiros, somamos 6 vitórias com 14 golos marcados e nenhum sofrido.
Tello - O MVP da partida. 4 golos nos 2 últimos jogos contra adversários como o Sporting e Braga são sinónimo de um acréscimo, não de forma mas sim de confiança, principal problema do espanhol. A qualidade sempre esteve lá, faltavam níveis de confiança de lhe permitissem encarar adversários e baliza da forma implacável que tem demonstrado. No flash-interview disse.. "Eu sempre disse desde que cheguei que me trataram muito bem. Vamos ver como termina o ano e espero ficar aqui bastante tempo". Cristian, por mim DEVES ficar.
Evandro - Grande primeira parte. Foi o grande dinamizador do ataque portista. Nota-se a quilómetros a experiência e calo que tem em jogos como este. Deu uma grande ajuda na batalha de meio campo. Foi o primeiro a ser substituído, não porque estava a jogar mal, mas porque havia a necessidade de mexer na equipa quando ainda estava 0-0.
Casemiro - Lentamente as criticas negativas parecem não querer a companhia do brasileiro. Neste momento parece-me um dos jogadores mais fundamentais da equipa. É de longe o elemento mais combativo da equipa, um jogador que sofre tantas faltas como as que faz. Tem doseado melhor a forma como encara os confrontos individuais, o que lhe tem valido menos cartões.
Dupla de Centrais - Parece-me inquestionável que Martins Indi é o central com mais categoria do plantel, mas não menos inquestionável é a forma homogénea como a dupla Maicon e Marcano tem jogado. Entendem-se muito bem, compensam as subidas um do outro e neste momento são um muro muito difícil de ultrapassar. Os números não enganam, nos últimos 7 jogos, apenas um golo sofrido.
Adeptos - Mais um jogo onde adeptos e claque portista se fizeram ouvir incansávelmente.
Brahimi - Voltei a não gostar do jogo do Brahimi. Voltou a emperrar o jogo portista sempre na tentativa de fintar 1/2 adversários antes de soltar a bola. Passou para o meio depois da entrada de Quaresma mas isso só fez com que desaparecesse de vez. Foi substituído depois do Porto marcar e quando era preciso dar músculo e mais critério à posse de bola no meio campo.
Fabiano - Num jogo em que o adversário faz 2 remates e nenhum vai à baliza, é imperativo que o nosso guarda-redes esteja 100% assertivo mas não foi o caso. Fabiano pôs a baliza do Porto em perigo em 2 lances por culpa própria, o primeiro saindo mal a um cruzamento que não dá golo do Zé Luis por pouco, e depois largando a bola em novo cruzamento sem qualquer perigo.
Lesão do Jackson - Pelo que se percebeu o colombiano pode ter sofrido uma lesão com alguma gravidade, parando entre 3 e 4 semanas. Não sendo o fim do mundo, é um rombo enorme na equipa. Jackson é o jogador mais imprescindível do plantel, pelo que joga, pelo que marca e pelo que faz jogar.
Jogo de nervos - Não tenho coração para jogos como este, por isso deixo aqui o repto.. Porto, se possível, será que podem começar a resolver os jogos um bocadinho mais cedo?
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sábado, 7 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
FC Porto 3 vs Sporting 0 - 01.03.2015 - Liga Portuguesa
Estamos na luta, caralho.
Depois da demonstração de força dada pelo Benfas no jogo de sábado contra o Estoril, era obrigatório ganhar e se possível, fazê-lo de forma categórica, para vermelhos perceberem, não só que estamos na luta, mas também que estamos preparados para Capelas, Paixões, e outras quaisquer manobras de diversão que nos tentem desviar do nosso caminho. Ontem foram 3, poderiam ter sido 6, tal a demonstração de força e diferença de qualidade entre as duas equipas. A titulo de curiosidade, o Sporting teve 91% de perdas de bola no seu meio campo, o que revela bem a forma como o Porto sufocava o adversário.
Falou-se durante a semana pré-Clássico, de um possível tridente formado por Quaresma-Brahimi-Tello, a jogar atrás de Jackson, jogando Casemiro e Herrera praticamente lado a lado. Afinal Lopetegui não quis desfazer o seu modelo habitual e jogou pelo seguro, fez entrar Evandro para o lugar do lesionado Óliver, e tudo ficava praticamente na mesma no meio campo, jogando Tello em vez de Quaresma, e Brahimi nas alas. No total, eram 6 as alterações em relação ao jogo do Bessa.
O Porto talvez pensasse que seria um jogo de Champions, porque a partida começou às 19.15h, mas deveriam ser umas 19.45h quando o Porto finalmente começou a jogar à bola. A equipa entrou estranhamente nervosa e a sucessão de passes errados foi-se acumulando, tendo como protagonistas máximos nesse capitulo, o Marcano, Casemiro e Maicon. A partir dos 25 minutos de jogo, a equipa acalmou, assentou o seu futebol e partiu para uma exibição plena de raça, força e categoria, num jogo que só teve o sentido da baliza de Patrício. Aos 30 minutos, Herrera avisou que o golo estava próximo mas infelizmente falhou um golo cantado, depois de um magistral trabalho individual, e logo a seguir o Porto inaugurava o marcador por Tello, depois de um passe pornográfico de Jackson. Estava feito o mais difícil, o Sporting foi obrigado a subir linhas, e o Porto matou o jogo com mais 2 golos, praticamente 2 cópias do primeiro. Marcano ainda teve tempo de mandar uma pedrada de cabeça à barra a acabar o jogo mas estava escrito que a noite era de Tello, um dos jogadores mais criticados pela massa assobiativa portista.
Se eu fosse um portista maldoso e faccioso, diria que ficaram 3 pénaltis por marcar, por mão na área do Sporting do Montero, William e Cédric, mas como não sou, vou apenas dizer que foi uma boa arbitragem do Artur Soares Dias.
Uma curiosidade sobre o Tello, é o facto do espanhol ter sido severamente criticado por ter tatuado um leão no braço esquerdo à uns meses atrás. Deixo aqui a noticia do Jornal Record:
Tello - O MVP do jogo. Finalmente, finalmente, finalmente. 3 finalmentes para Tello. Tello andou 6 meses a treinar remates à baliza especialmente para o jogo de hoje. Falhou passes, falhou cruzamentos mas na hora da verdade enfiou 3 batatas na baliza de Patrício. Depois de tantas oportunidades falhadas em jogos anteriores em jogadas semelhantes às de ontem, o espanhol foi criminosamente frio na hora da decisão. 3 golos muito parecidos, a aproveitar passes brilhantes para as costas dos defesas, Tello fez jus à sua velocidade. Um grande jogo, de um dos mal-amados da massa assobiativa. O ultimo jogador a marcar um hat-trick ao Sporting, tinha sido António Oliveira, em 1977, num jogo em que ganhamos 4-1, o que revela bem a dimensão do feito de ontem. Vénias para ti, Cristian.
Jackson - Brilhante. O colombiano além de ser um marcador de golos nato, revelou no jogo de ontem uma deliciosa capacidade de passe, ao nível dos melhores 10 do mundo. Voltou a travar uma dura batalha com a defesa leonina, em especial com o Tobias Figueiredo, que fruto da sua enorme capacidade física, nunca deu descanso ao Cha Cha Cha. Foi um jogo completo, mais um, de um moço que vai deixar enormes saudades.
Evandro - O Porto precisava de um jogador que, embora não fizesse esquecer Óliver, um dos indiscutíveis da equipa, minimizasse a sua ausência. Esse jogador é Evandro, um médio completo a defender e atacar, que não consegue jogar mal. Evandro já tem muito andamento de 1ª Liga e isso nota-se na sua postura em campo. Quintero, aprende qualquer coisa com o Evandro, pode ser?
Casemiro - Por muito mal que se fale deste moço, eu gosto dele. É um jogador fundamental nestes jogos em que se anda a levar tanta porrada como a dar. Não é o melhor 6 do mundo, mas é um jogador cada vez mais adaptado à posição.
Herrera - O meu Pachuquinha de estimação. É dos meus jogadores preferidos do plantel. Se vais para a guerra e não queres ser derrotado, tens de levar o Herrera contigo, não há outra hipótese. Podia ter marcado o primeiro da noite num chapéu que saiu demasiado largo, depois de uma jogada em que andou a brincar com a defesa do Sporting. Faz a assistência para o 3º golo do Tello, um aspecto em que se está a revelar "perito" este ano.
Ala direita - Herrera, Danilo e Tello formaram uma asa esquerda absolutamente destrutiva.
Brahimi - Voltou a fazer um jogo medíocre, muito por culpa da sua forma embrulhada de jogar. Não fez uma jogada digna desse nome, perdeu bolas, não desequilibrou, jogou demasiado tempo para o que estava a fazer em campo. As épocas são feitas de momentos e este não é o momento do Yacine.
Alex Sandro - Pareceu-me desconcentrado durante o jogo todo. Formou com o Brahimi uma ala esquerda amorfa, lenta e sem ideias e não é de admirar que praticamente todo o jogo do Porto tenha sido canalizado pelo lado direito.
sábado, 13 de dezembro de 2014
FC Porto 1 vs Shakhtar Donetsk 1 - 10.12.2014 - Liga dos Campeões
Calma haters, ainda não foi desta.
Pois é anti's-Porto, ainda não foi desta que a melhor equipa portuguesa vos deu o saboroso gosto da derrota e até me causou alguma estranheza nenhuma televisão se ter "enganado" no resultado. Numa noite típica de inverno, os adeptos que visitaram o Dragão assistiram a um jogo muito morno que nem com os belos 2 golos mudou de temperatura. O apuramento estava garantido pelas 2 equipas e a classificação não iria ser alterada fosse qual fosse o resultado, daí o jogo contar "unicamente" para o milhão de euros e para os pontos para o ranking UEFA.
A equipa ucraniana entrou em campo com a missão clara de vingar os 2 amargos golos sofridos nos descontos em sua casa e isso fez com que exercesse uma pressão enorme logo no inicio de construção do ataque portista. O Porto, fruto das muitas mudanças na equipa (na minha previsão só falhei em 2 jogadores, Angel e Reyes, mas se pensarmos que estes 2 não estão inscritos na Champions, então Lopetegui seguiu os meus conselhos na integra), mostrou processos de jogo pouco consolidados e pouco entrosamento entre sectores, nada que não fosse esperado. Do 11 inicial que entrou em campo, talvez só 2 jogadores sejam titulares contra o Benfica, Maicon e Alex Sandro. Com estas condicionantes todas, não se esperava um jogo diferente do que foi, lento, lentinho. O jogo foi-se arrastando durante os 90 minutos, sem grandes motivos de interesse e lances de perigo, exceptuando os 2 grandes golos, primeiro o cabeceamento fulminante logo no incio da 2ª parte por Stepanenko, respondendo Aboubakar ao cair do pano num míssil disparado de fora da área.
Seguem-se os oitavos-de-final da maior prova europeia de clubes, competição onde por norma costumam estar as melhores equipas da Europa, daí fazer todo o sentido e lógica equipas como o Sporting e Benfica terem ficado de fora. Todos os adversários são complicados nesta fase, embora haja uns mais que outros e se pudesse escolher, optaria por uma de duas equipas, Shalke 04 ou Basileia. Os suíços porque são claramente o oponente mais apetecivel dos 8 possíveis adversários e o Shalke 04 porque temos contas a ajustar. Quem não se lembra da eliminatória jogada com os alemães em 2008, em que depois de perdemos por 1-0 golo na Arena Auf Schal, fizemos uma 2ª mão brilhante e só não passamos porque nessa altura o guarda-redes germânico era um menino de 22 anos chamado Manuel Neuer.
Evandro - Apesar do golo de Aboubakar, para mim foi o melhor em campo. Uma grande 1ª parte em que fez de Herrera com grande segurança, embora descendo de nível nos segundos 45 minutos. Revelou ser uma boa alternativa ao mexicano.
Aboubakar - Notou-se a falta de entrosamento com a restante equipa mas a verdade é que o camaronês com apenas 2 remates criou muito perigo, o primeiro passou muito perto do poste e o segundo só parou no fundo das redes de Pyatov.
Ricardo - É complicado substituir Danilo, ainda por cima quando o brasileiro atravessa talvez o melhor momento de forma da carreira mas o ex-Guimarães não comprometeu e cumpriu. Ainda não havendo Opare, é uma boa alternativa para dar descanso ao número 2 portista.
Adrián - Tentou. A verdade é mesmo esta, o espanhol tentou. As coisas não lhe saíram nada bem, mas nunca desistiu de disputar cada lance com máxima entrega. Fica ligado directamente ao golo ucraniano porque foi ele que foi batido nas alturas por Stepanenko. Apesar da fraca exibição, gostei de ver os adeptos portistas aplaudirem o rapaz de cada vez que perdia a bola.. e perdeu muitas vezes.
Kelvin - Decididamente o menino 92 não passa disso mesmo, de um momento brilhante ocorrido em 2013 que tantas alegrias deu à nação portista. Entrou na 2ª parte, embora pouca gente tenha dado por isso.
Pois é anti's-Porto, ainda não foi desta que a melhor equipa portuguesa vos deu o saboroso gosto da derrota e até me causou alguma estranheza nenhuma televisão se ter "enganado" no resultado. Numa noite típica de inverno, os adeptos que visitaram o Dragão assistiram a um jogo muito morno que nem com os belos 2 golos mudou de temperatura. O apuramento estava garantido pelas 2 equipas e a classificação não iria ser alterada fosse qual fosse o resultado, daí o jogo contar "unicamente" para o milhão de euros e para os pontos para o ranking UEFA.
A equipa ucraniana entrou em campo com a missão clara de vingar os 2 amargos golos sofridos nos descontos em sua casa e isso fez com que exercesse uma pressão enorme logo no inicio de construção do ataque portista. O Porto, fruto das muitas mudanças na equipa (na minha previsão só falhei em 2 jogadores, Angel e Reyes, mas se pensarmos que estes 2 não estão inscritos na Champions, então Lopetegui seguiu os meus conselhos na integra), mostrou processos de jogo pouco consolidados e pouco entrosamento entre sectores, nada que não fosse esperado. Do 11 inicial que entrou em campo, talvez só 2 jogadores sejam titulares contra o Benfica, Maicon e Alex Sandro. Com estas condicionantes todas, não se esperava um jogo diferente do que foi, lento, lentinho. O jogo foi-se arrastando durante os 90 minutos, sem grandes motivos de interesse e lances de perigo, exceptuando os 2 grandes golos, primeiro o cabeceamento fulminante logo no incio da 2ª parte por Stepanenko, respondendo Aboubakar ao cair do pano num míssil disparado de fora da área.
Seguem-se os oitavos-de-final da maior prova europeia de clubes, competição onde por norma costumam estar as melhores equipas da Europa, daí fazer todo o sentido e lógica equipas como o Sporting e Benfica terem ficado de fora. Todos os adversários são complicados nesta fase, embora haja uns mais que outros e se pudesse escolher, optaria por uma de duas equipas, Shalke 04 ou Basileia. Os suíços porque são claramente o oponente mais apetecivel dos 8 possíveis adversários e o Shalke 04 porque temos contas a ajustar. Quem não se lembra da eliminatória jogada com os alemães em 2008, em que depois de perdemos por 1-0 golo na Arena Auf Schal, fizemos uma 2ª mão brilhante e só não passamos porque nessa altura o guarda-redes germânico era um menino de 22 anos chamado Manuel Neuer.
Evandro - Apesar do golo de Aboubakar, para mim foi o melhor em campo. Uma grande 1ª parte em que fez de Herrera com grande segurança, embora descendo de nível nos segundos 45 minutos. Revelou ser uma boa alternativa ao mexicano.
Aboubakar - Notou-se a falta de entrosamento com a restante equipa mas a verdade é que o camaronês com apenas 2 remates criou muito perigo, o primeiro passou muito perto do poste e o segundo só parou no fundo das redes de Pyatov.
Ricardo - É complicado substituir Danilo, ainda por cima quando o brasileiro atravessa talvez o melhor momento de forma da carreira mas o ex-Guimarães não comprometeu e cumpriu. Ainda não havendo Opare, é uma boa alternativa para dar descanso ao número 2 portista.
Adrián - Tentou. A verdade é mesmo esta, o espanhol tentou. As coisas não lhe saíram nada bem, mas nunca desistiu de disputar cada lance com máxima entrega. Fica ligado directamente ao golo ucraniano porque foi ele que foi batido nas alturas por Stepanenko. Apesar da fraca exibição, gostei de ver os adeptos portistas aplaudirem o rapaz de cada vez que perdia a bola.. e perdeu muitas vezes.
Kelvin - Decididamente o menino 92 não passa disso mesmo, de um momento brilhante ocorrido em 2013 que tantas alegrias deu à nação portista. Entrou na 2ª parte, embora pouca gente tenha dado por isso.
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